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ACEITO
A Corrosão do PT
As origens do antipetismo no Rio Grande do Sul
Categorias
Ciência Política, Ciências Humanas E Sociais, Filosofia, Partidos Políticos, Política Prática, Política Pública
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Sinopse

As sucessivas derrotas da esquerda no Rio Grande do Sul são um termômetro do antipetismo. Porto Alegre, a cidade em que o PT governou por dezesseis anos amarga a perda do governo desde 2005, e no estado do RS desde 2015. O que coloca a questão: após governar por tanto tempo, o que explica o antipetismo?

Para autor, as explicações no crescimento da direita na cidade e no estado não são suficientes. É preciso encontrar as razões no desempenho do próprio partido durante esse período. Barcellos aponta o ano de 2002 como a data chave do um processo que levou a direita a ocupar espaços inimagináveis na Prefeitura de Porto Alegre e no governo do Rio Grande do Sul. Mas engana-se quem pensa que o sucesso da direita se deve as suas virtudes. Para Barcellos, foi a própria esquerda que permitiu esta situação quando foi incapaz de combater um processo de corrosão política do qual até hoje não conseguiu se libertar.

O autor tem legitimidade para fazer sua crítica. Fervoroso simpatizante do partido desde os anos 80, não filiou-se exatamente para manter o distanciamento critico que vemos em A corrosão do PT. Para ele, os anos de glória do partido foram também os de aceitação, pelas lideranças do partido, de ações contrárias a sua natureza e, portanto, produtoras de imensa perda de fé nos signos que o partido encarnou para a sociedade.

A Corrosão do PT foi escrita em 2002 e não havia sido publicada por que o autor não queria que a obra servisse como argumento para o fortalecimento da direita. Agora, em que a direita vive seu êxtase, mais do que nunca é necessário a reflexão sobre que lugar a esquerda pretende ocupar na paisagem política. Para o autor, enquanto o PT não realizar seu mea culpa, ele não retornará ao poder porque não completou sua expiação política, fugiu da dor de reconhecer suas fraquezas, momento necessário para enfrentar o antipetismo que se expande no país e no estado.

Características
ISBN 978-65-001-4991-3
Número de páginas 196
Edição 1 (2021)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Polen
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Jorge Barcellos

Historiador, Mestre e Doutor em Educação pela UFRGS. Publicou "Educação e Poder Legislativo" (Aedos Editora, 2014), "O Tribunal de Contas e a Educação Municipal" (Editora Fi, 2017) e "A impossibilidade do real: introdução ao pensamento de Jean Baudrillard" (Editora Homo Plásticus, 2018). Pelo Clube dos Autores publicou "Tempos de Pandemia" e "Saber e Moralidade". É coordenador de Cursos da Escola do Legislativo Julieta Battistioli da Câmara Municipal de Porto Alegre onde é responsável pela linha de pesquisa Educação para Democracia. É colaborador dos jornais Sul21, Le Monde Diplomatique Brasil, Jornal do Brasil, Folha de São Paulo e do Jornal O Estado de Direito.

Nome do link: jorgebarcellos.pro.br

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