BELVEDER
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Poesia, Literatura Nacional, Artes
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Sinopse

"O livro que o leitor tem nas mãos é (ou não é apenas) uma coletânea de Jorge Lucio de Campos cuja estreia, em 1990, revelou uma nova dicção na poesia brasileira. A tese que me empenharei de demonstrar aqui é de que este autor, mais do que simplesmente reunir a sua produção, construiu e desconstruiu a si mesmo. Enquanto um personagem criador de poesias, ele montou e desmontou o ato de sua própria produção. Belveder tem, como porta de entrada, o poema 'Tauromaquia'. Não se trata apenas do trabalho mais realizado. É também um intrincado exercício de referências (pictóricas) cruzadas. Quem acompanha a produção de Jorge Lucio sabe que isso não é novidade. A tendência à fanopeia, motivada pelas imagens que, afinal, fazem parte do cotidiano profissional de um autor também estudioso das artes plásticas, é, por isso, até certo ponto, uma decorrência natural". Com estas palavras, o poeta e professor Lucio Agra inicia a apresentação de Belveder, a segunda coletânea poética de Jorge Lucio de Campos publicada originalmente em 1994 e agora relançada pela Clube de Autores.

Características
Número de páginas 87
Edição 1 (2019)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura
Tipo de papel Polen
Fale com o autor
Jorge Lucio de Campos

Nascido no Rio de Janeiro em 1958, Jorge Lucio de Campos graduou-se em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) onde também cursou o Mestrado (Estética) em Filosofia, o Doutorado e o Pós-Doutorado (História dos Sistemas de Pensamento) em Comunicação e Cultura. É Professor Associado do Programa de Pós-graduação (Mestrado e Doutorado) em Design da Escola Superior de Desenho Industrial (ESDI) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Como ensaísta, publicou os livros Do simbólico ao virtual: A representação do espaço em Panofsky e Francastel (Perspectiva/EdUERJ, 1990), A vertigem da maneira: Pintura e pós-vanguarda na década de 80 (Revan/FAPERJ, 2002) e A travessia difícil: Notas sobre o ético, o técnico e o estético na crise da modernidade (EdUERJ/FAPERJ, 2014). Como poeta, publicou as coletâneas Arcangelo (EdUERJ, 1991), Speculum (EdUERJ, 1993), Belveder (Diadorim/UNESA, 1994), A dor da linguagem (Sette Letras, 1996), À maneira negra (Sette Letras, 1997) e Prática do azul (Lumme, 2009).

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