«Nada está no intelecto que não tenha estado primeiro nos sentidos.»
Toda psicologia responde a uma pergunta anterior a ela — como é que o homem conhece —, e quase nenhuma a faz em voz alta. A resposta entra pelo vocabulário e passa a decidir o que se pode dizer de uma pessoa antes de qualquer teoria sobre ela.
Este livro faz a pergunta em voz alta e segue a resposta de Aristóteles lido por Tomás de Aquino, e de quem continuou nessa linha até hoje. São seis capítulos e um só argumento: de onde vem o que você sabe; como uma imagem particular vira um conceito que vale para todos os casos; se a sua mente alcança a coisa ou a sua versão dela; como se conhece esta pessoa aqui, com nome e rosto; como se conhece alguém por dentro, inclusive você mesmo; e o que se está dizendo quando se diz que uma frase é verdadeira.
Quem acompanha pessoas — no consultório, no confessionário, na sala de aula, em casa — trabalha o tempo todo com essas seis perguntas, e em geral com as respostas que herdou sem escolher.
Quarenta e oito desenhos. Cada termo técnico explicado onde aparece. Toda citação conferida no volume de onde saiu, com três apêndices que dizem onde ler cada fonte — quase toda de graça.
«Como o homem conhece» é o primeiro bloco da Academia de Psicologia da Alma, um curso de onze blocos escrito e ensinado pelo autor.
| Número de páginas | 164 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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