No século IV, homens e mulheres deixaram as cidades do Egito para morar no deserto. O que ficou deles são frases curtas, ditas a quem chegava pedindo uma palavra. A palavra que mais volta nessas frases é humildade, no sentido que o deserto lhe dava: a postura de quem enfim sabe quem é, e por isso não precisa mais fingir.
Este livro é o percurso dessa escola, em dez etapas: o diagnóstico do orgulho de hoje, a kenosis, os oito pensamentos de Evágrio Pôntico, a humildade nas três relações, a fé que vira palco, o sofrimento que não escolhemos, a antirresis, João Cassiano, a oração e, no fim, a alegria. O caminho termina com um itinerário de doze semanas, uma prática por semana, para quem quiser sair da leitura e começar a andar.
São 117 capítulos curtos, e cada parte fecha com perguntas para reflexão e uma oração. O grego vem explicado na hora em que aparece: logismoi, nepsis, apatheia, hesychia. E cada apotegma citado foi conferido na coleção alfabética estabelecida por Benedicta Ward.
Foi escrito para quem vai à missa e sente que falta alguma coisa, para quem reza de manhã e perde a paz antes do meio-dia, para quem teme ser invisível num mundo que pede visibilidade o tempo todo.
| Número de páginas | 184 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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