Você já tentou parar. Talvez tenha conseguido por três meses, achado que tinha vencido, e voltado numa noite qualquer sem entender direito como foi. E a receita que te deram foi sempre a mesma: reze mais, jejue, tenha vergonha, prometa que não faz mais.
Existe uma tradição de mil e seiscentos anos que estudou este problema com uma precisão que ninguém repetiu depois. Ela quase não fala em promessa. Fala em horário, em ambiente, e em como um pensamento se instala — momento a momento, do primeiro choque até o ponto em que já não há o que decidir.
Este livro traz essa tradição inteira: os cinco tempos de Filoteu do Sinai, a pergunta de Evágrio Pôntico — «a que horas isso acontece?» —, a escada de seis graus de João Cassiano, e o que fazer nos quinze segundos seguintes. Antão, Poimén, Agatão, Sisóis, Barsanúfio, e também as mães do deserto, que a literatura sobre o assunto costuma esquecer.
Escrito para homens e para mulheres. Sem penitência de castigo, sem promessa de cura rápida, e com um aviso explícito de onde a resposta deixa de ser espiritual e passa a ser clínica.
| Número de páginas | 144 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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