Prometo rezar todo dia e não rezo. Marco a confissão e esqueço. Na Missa descubro que passou a homilia inteira e eu estava pensando em outra coisa. Falo o que não devia antes de perceber que falei. E então vem a pergunta que dá título a este livro.
A resposta honesta tem três partes. Parte é o cérebro, e aí não há pecado nenhum. Parte é hábito. E parte é escolha — bem menor do que a culpa costuma dizer, e a única que vai à confissão. Quem não separa as três gasta a vida confessando o que não é pecado e deixando intacto o que é.
Dois psiquiatras que escreveram os livros mais vendidos do mundo sobre TDAH afirmam que as explicações religiosas para o sofrimento mental ficaram no passado. Este livro responde a eles com quatro documentos: Cassiano chamando aquilo de febre com hora marcada, Tomás de Aquino separando o ataque do consentimento, Santa Teresa de Ávila mandando «entendam que são enfermos; mude-se a hora da oração», e São Francisco de Sales mandando a devoção atender à saúde.
Onze partes e quarenta e um capítulos, com o Catecismo citado pelo número, o Código de Direito Canônico, os Padres do Deserto e a literatura clínica. E, na prática: como rezar, viver a Missa, confessar-se, examinar a consciência, criar um filho assim, e o que responder às dez frases que você vai ouvir.
Sem promessa de cura, e sem a mentira de que oração substitui tratamento.
| Número de páginas | 154 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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