Você já sentiu que, mesmo em silêncio, a sua mente continua gritando?
No século IV, quando ser cristão passou a dar vantagem social, homens e mulheres foram para o deserto do Egito procurar o que a cidade lhes tinha tirado. Sem instrumento nenhum e sem vocabulário clínico, descreveram como nasce um pensamento, como ele cresce, e em que ponto deixa de ser visita e passa a morador. Dezesseis séculos depois, essa descrição continua de pé.
Com Evágrio Pôntico, João Clímaco e Máximo Confessor, o terapeuta católico Thácio Siqueira mostra onde o homem moderno errou a planta. Usamos a máquina de pensar para o que pertence ao olho do coração, e o resultado tem nome: ansiedade, acédia, vazio.
Aqui estão as três palavras que organizam a terapia inteira, a anatomia da alma, as cinco fases de um pensamento, a guarda do coração, a oração do Nome com as advertências que quase ninguém dá, a regra de vida de quem não mora num mosteiro, e um exame de consciência no fim, para quem quiser sair da leitura com alguma coisa na mão.
E, em cada capítulo onde é preciso, a linha que separa o que é matéria espiritual do que é matéria de médico. Nada neste livro substitui tratamento de saúde, e o autor diz isso na primeira página.
As sentenças dos Padres do Deserto trazem nome e número, na edição de Benedicta Ward, para que se possam conferir.
Oito partes, trinta e sete seções, 104 páginas.
| Número de páginas | 104 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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