No vazio humano e artístico deixado por Rillo, surge a obra de Izabel Scalco buscando organizar um pouco a transcendência da perda. O estancamento de uma mente criativa, a ausência dolorosamente presente do parceiro de conversações. Rillo foi o poeta que esmiuçou a vida do Sul, com os detalhes de um ourives talentoso, mas também retirou as viseiras do verso pampiano, e deu-lhe a complexidade universal dos clássicos americanos. [...]
A obra de Izabel Scalco abre a porta do rancho de criação e convivência de Apparício Silva Rillo. O leitor não se contentará
com um olhar a distância e ingressará para seu espaço interno, onde reúne-se à poética o belo, a tragédia e a contundência de quem anda pelo mundão do sul.
Tau Golin
jornalista e historiador
Número de páginas | 100 |
Edição | 2 (2024) |
Idioma | Português |
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