Em O Brasil que Ainda Não Ousamos Ser — Poemas de Coragem, Liberdade e Vitalidade para uma Nação que Pode Inspirar o Mundo, doze personagens enfrentam dilemas: Helena Duarte encara pedidos devolvidos; Caio Nascimento corre contra o tempo; Lúcia Menezes protege as perguntas dos alunos; Rafael Azevedo defende o contraditório; Marina Kato busca conciliar rigor e permanência; André Figueira precisa ouvir além da agenda; Joana Ribeiro decide se interrompe uma máquina; Miguel Santos enfrenta o custo de honrar a palavra; Beatriz Leme expõe a incerteza de um algoritmo; Tomás Vieira mantém livros fora da vitrine; Ana Clara Reis constrói a própria opinião; Sebastião Moura transmite experiência sem exigir cópia. Suas histórias se conectam: cada pessoa recebe algo que outra não pôde concluir e decide o que fará com isso. Serviço público, saúde, educação, trabalho, indústria, ciência, tecnologia, leitura e memória revelam como informação pode tornar-se compreensão, alternativa, escolha, responsabilidade e liberdade. Poemas-desafio prolongam as cenas e convidam a observar, verificar, comparar, agir e rever posições. A obra não prescreve voto nem oferece modelo pronto de país; pergunta que pessoas precisamos ser para construir uma vida comum mais digna. Ao final, o fio passa ao leitor: o romance termina, o desafio muda de mãos. O livro acompanha acesso a um Tradutor Multilíngue para até 60 idiomas, sem instalação, ampliando leitura, estudo e compartilhamento em diferentes países.
| Número de páginas | 167 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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