"Falar (ou escrever) na primeira pessoa não significa falar de si mesmo, colocar a si mesmo como tema ou conteúdo do que se diz, mas significa, de preferência, falar (ou escrever) a partir de si mesmo, colocar a si mesmo em jogo no que se diz ou pensa, expor-se no que se diz e no que se pensa. Falar (ou escrever) em nome próprio significa abandonar a segurança de qualquer posição enunciativa para se expor na insegurança das próprias palavras, na incerteza dos próprios pensamentos. Além disso, trata-se de falar (ou de escrever), talvez de pensar, em direção a alguém. A língua da experiência não só traz a marca do falante, mas também a do ouvinte, a do leitor, a do destinatário sempre desconhecido de nossas palavras e de nossos pensamentos. Ao contrário dos que falam (ou escrevem) para ninguém ou para estranhas abstrações, como o especialista, o estudante, o expert, o profissional, ou a opinião pública, falar (ou escrever) em nome próprio significa também fazê-lo com alguém e para alguém." Tremores: Escritos sobre experiência, p. 70, Jorge Larrosa.
“Por isso, me coloco aqui, sujeito de pesquisa e objeto de pesquisa. Quero investigar meu ser por completo, consciente e inconsciente. A mulher louca que pesquiso sou eu mesma, para que a loucura de ser consciente de minhas sombras, me fortaleça para uma vida saudável. Com auxilio e muito suporte, vou estruturar esse ser que sou eu. Sabendo de onde venho, onde estou e para onde quero ir.” (O pulo para dentro, p. 42, S.A.F.N.C.A.
| Número de páginas | 240 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A4 (210x297) |
| Acabamento | Capa dura |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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