Hospitais abrem e hospitais fecham. Embora sejam espaços dedicados à vida, não estão imunes às regras do mercado, à concorrência e, sobretudo, ao julgamento do público. O mito da essencialidade absoluta ficou para trás. Salvar vidas não basta para garantir sustentabilidade. No ambiente atual, reputação e imagem tornaram se ativos estratégicos, capazes de sustentar ou comprometer o futuro de uma instituição de saúde.
Em um setor cada vez mais profissionalizado, com grandes redes, exigências regulatórias crescentes e pacientes mais informados, a decisão final está nas mãos de quem utiliza o serviço. É o paciente quem escolhe, recomenda, critica e influencia. Ele permanece onde se sente verdadeiramente cuidado, onde a qualidade assistencial caminha ao lado da tecnologia, do acolhimento, de processos claros e de equipes preparadas. Quando essa experiência falha, a confiança se rompe e a reputação sofre impactos profundos.
Uma única ocorrência mal conduzida pode desencadear uma espiral de danos amplificada pela velocidade das redes sociais e pela exposição midiática. Crises assistenciais tornam se crises reputacionais, envolvendo órgãos reguladores, ações judiciais e pressão pública. Reconstruir confiança exige tempo e consistência, e nem sempre há segunda chance.
É nesse contexto que surge esta segunda edição de Reputação e Imagem na UTI, revisada, atualizada e ampliada. A obra reforça que prevenção, comunicação estratégica e gestão estruturada de crises
| Número de páginas | 114 |
| Edição | 2 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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