Eu escrevi o livro Tradução do Caos da IA: prompt’es que traduzem caos como um manual de autoria, no sentido mais direto da palavra: eu tomo o “pedido confuso” do dia a dia, eu nomeio seus riscos, eu imponho limites, eu organizo a intenção e eu transformo a frase solta em especificação replicável. A tese que sustenta o livro é simples e exigente: a ia não é magia; ela responde ao grau de clareza que recebe, portanto clareza, restrição e fidelidade não são “estilo”, são método.
Parti de um ponto no qual que muita gente evita por pressa: o caos não é enfeite, nem espetáculo; ele é matéria-prima que precisa ser filtrada, nomeada, hierarquizada e estabilizada até virar resultado confiável. Para melhor usar no cotidiano, eu recomendo que o leitor compre também a versão digital em ePub, porque o ePub facilita o gesto prático que decide resultado: copiar, colar, ajustar variáveis, testar, comparar e estabilizar.
O Livro está escrito para uso real, e uso real pede velocidade de manuseio: o leitor precisa mover trechos, reaproveitar moldes, guardar blocos e iterar sem atrito. Já a edição impressa eu assumo como obra de arte aplicada, com páginas que funcionam como quadros editoriais: eu exponho o método com forma, eu faço o leitor “ver” a disciplina, eu faço o texto ter corpo.
Eu também assumo a licença autoral do projeto em chave de circulação e cultura de reaproveitamento, com a marca de “copy left”, no espírito de que o que vale aqui é a disciplina que se transmite.
| Número de páginas | 280 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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