Em 1429, uma jovem de dezenove anos que não sabia ler nem escrever mapas fez o que os melhores generais da França falharam em fazer por um século: quebrou a espinha dorsal do império inglês. Mas a verdadeira batalha de Joana d'Arc não terminou nos campos ensanguentados de Orléans. Ela começou nos corredores silenciosos e predatórios do poder, onde reis, bispos e inquisidores buscaram desmantelar o milagre que não podiam controlar.
A Premissa
A Donzela de Ferro e Fé é uma reconstrução visceral, batida por batida, da ascensão mais improvável da história humana. Esta não é uma hagiografia de uma santa distante, mas um mergulho psicológico em uma jovem de extraordinária inteligência estratégica que transformou suas convicções em armas para ressuscitar uma nação agonizante. Do silêncio místico de Domrémy à fogueira ruginte de Rouen, a narrativa explora a colisão entre a integridade individual e o peso esmagador da iniquidade institucional.
Arco Narrativo
I. A Centelha na Escuridão (Capítulos 1–5)
A história abre na paisagem devastada do leste da França. Joana, uma camponesa sintonizada com as mudanças sutis da natureza e do espírito, começa a ouvir "Vozes" que comandam o impossível: coroar um rei fugitivo e libertar uma cidade sitiada.
| Número de páginas | 89 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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