Logística reversa de resíduos de eletroeletrônicos e a sustentabilidade ambiental
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Administração, Direito, Engenharia E Tecnologia, Ambiental, Eletrônica, Engenharia E Tecnologia Ambiental
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Sinopse

A venda de Equipamentos Eletroeletrônicos (EEE) cresce, no mundo, em razão das inovações tecnológicas e da rapidez com que eles se tornam obsoletos, o que implica o aumento da geração de um resíduo sólido denominado Resíduo de Equipamento Eletroeletrônico (REEE). O REEE é um problema relevante, visto que contém diversas substâncias tóxicas capazes de provocar danos ao meio ambiente e à saúde humana. Dessa forma, torna-se necessário um gerenciamento ambientalmente adequado. Após a criação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) no Brasil – Lei nº 12.305, de 02 de agosto de 2010, passou a caber a fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de EEE o dever de implementar sistemas de Logística Reversa (LR), os quais objetivam o retorno dos produtos após o uso pelo consumidor. Apesar de o setor de eletroeletrônicos se preocupar com a LR de seus produtos, a LR do REEE é um tema ainda pouco explorado, tanto no âmbito nacional quanto no internacional. De fato, resíduo eletroeletrônico é um tema novo na literatura mundial. Este livro tem por objetivo identificar como a gestão de REEE pode contribuir para a melhoria do desempenho da cadeia de suprimentos de EEE no Brasil, no contexto da sustentabilidade ambiental.

SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO AOS RESÍDUOS ELETROELETRÔNICOS

1.1 O problema dos resíduos eletroeletrônicos

1.2 Importância da logística reversa de resíduos eletroeletrônicos

1.3 A escassez de publicações sobre logística reversa de resíduos eletroeletrônicos

1.4 Algumas bases de dados sobre resíduos eletroeletrônicos

1.5 Síntese de publicações sobre logística reversa de resíduos eletroeletrônicos

2. SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL, GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS E OS RESÍDUOS ELETROELETRÔNICOS

2.1 Panorama global da população e geração de resíduos sólidos

2.2 Panorama global do nível de renda e geração de resíduos sólidos

2.3 Panorama global do nível de renda e aquisição de eletroeletrônicos

2.4 Panorama global do consumo de recursos naturais e a economia linear

2.5 Eletroeletrônicos: composição e seus preços, aplicações e as reservas globais

2.6 Sustentabilidade ambiental: conceitos básicos e o Triple Bottom Line

2.7 Sustentabilidade ambiental: evolução global e o envolvimento do Brasil

2.8 Gestão de resíduos sólidos: status e desafios – Agenda 2030/Economia Circular

3. FUNDAMENTOS DE LOGÍSTICA REVERSA

3.1 Surgimento e conceitos de logística reversa

3.2 Atividades da logística reversa

3.3 Benefícios da logística reversa

3.4 Casos de sucesso envolvendo a logística reversa

3.5 Desafios para a melhoria do desempenho da logística reversa no Brasil

4. GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NO BRASIL E O RESÍDUO ELETROELETRÔNICO

4.1 Panorama brasileiro da população, renda e geração de resíduos sólidos

4.2 Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e a logística reversa de eletroeletrônicos

4.3 A PNRS e os resíduos eletroeletrônicos: evolução, status e desafios

5. SETOR DE ELETROELETRÔNICOS E SEUS RESÍDUOS

5.1 Características do setor de eletroeletrônicos brasileiro

5.2 Panorama brasileiro do consumo de eletroeletrônicos

5.3 Panorama global do consumo de eletroeletrônicos

5.4 Vida útil dos equipamentos eletroeletrônicos

5.5 Panorama global e brasileiro da geração de resíduos eletroeletrônicos

5.6 Resíduos eletroeletrônicos e seus impactos

5.7 Resíduos eletroeletrônicos e as iniciativas ambientais globais

5.8 Resíduos eletroeletrônicos e a exportação global ilegal

5.9 A logística reversa atual dos resíduos eletroeletrônicos no Brasil

5.10 A logística reversa ideal dos resíduos eletroeletrônicos

5.11 Benefícios da logística reversa dos resíduos eletroeletrônicos

6. RESUMO ESQUEMATIZADO DOS CAPÍTULOS 2, 3, 4 E 5

7. LEGISLAÇÃO E PRÁTICAS INTERNACIONAIS (Elementos determinantes ao Brasil)

7.1 Breve histórico da gestão de resíduos sólidos

7.2 A política Responsabilidade Estendida do Produtor: evolução e implementação

7.3 Instrumentos da política Responsabilidade Estendida do Produtor

7.4 Países benchmarking em gestão de resíduos sólidos e suas práticas

7.5 Países benchmarking em gestão de resíduos eletroeletrônicos e suas práticas

7.6 Elementos para a melhoria da gestão de resíduos eletroeletrônicos no Brasil

8. ESTUDO DE CASO DE LOGÍSTICA REVERSA DE RESÍDUOS ELETROELETRÔNICOS NO BRASIL

8.1 Tecnologias de identificação de produtos

8.2 Tecnologia de códigos de barras: uma revisão

8.3 Tecnologia RFID: uma revisão

8.4 Gestão de resíduos eletroeletrônicos: a RFID e o projeto Smartwaste da HP

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

APÊNDICES E ANEXOS

Apêndice I – Síntese de publicações sobre logística reversa de eletroeletrônicos

Anexo I – Íntegra da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS)

Anexo II – Íntegra do Decreto nº 7.404, de 23/12/2010, que regulamentou a PNRS

Anexo III – Íntegra do Edital nº 01/2013 do Ministério do Meio Ambiente

Anexo IV – Íntegra da Diretiva 75/442/EEC – Relativa aos resíduos

Anexo V – Íntegra da Diretiva 2008/98/EC – Relativa aos resíduos

Anexo VI – Íntegra da Diretiva 2012/19/UE – Relativa aos resíduos eletroeletrônicos

Anexo VII – Íntegra da Diretiva 2011/65/UE – RoHS – Relativa à restrição do uso de substâncias perigosas nos eletroeletrônicos

Uanderson Rébula é doutorando em engenharia. Professor universitário. Possui diversos livros publicados. Possui vivência de 21 anos em ambiente industrial (Companhia Siderúrgica Nacional - CSN - 1993-2014), onde atuou nas áreas de gestão da produção, logística e segurança do trabalho. Contato com o autor: [email protected]

Características
ISBN 978-85-922607-0-5
Número de páginas 335
Edição 1 (2016)
Formato A4 (210x297)
Acabamento Brochura s/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Uanderson Rébula de Oliveira

Doutorando em Engenharia e Mestre em Engenharia de Produção pela Universidade Estadual Paulista (UNESP/FEG). Pós-graduado em Controladoria e Finanças pela Universidade Federal de Lavras (UFLA). Pós-graduado em Logística Empresarial pela Universidade Estácio de Sá (UNESA). Graduado em Ciências Contábeis. Técnico em Metalurgia (nível médio). Técnico em Segurança do Trabalho (pós-médio). Operador Industrial. Possui diversos cursos de extensão.

Professor em universidades da região Sul Fluminense (RJ), desde 2008, atuando em cursos de graduação, pós-graduação e MBA nas áreas de segurança do trabalho, meio ambiente, qualidade, estatística, logística, administração da produção e finanças. Orientador de trabalhos de conclusão de cursos e revisor de periódicos do SEGeT. Desenvolveu diversos projetos acadêmicos na UNESA (planos de ensino, de aula, materiais didáticos, banco de questões, projeto pedagógico de cursos). Foi Gerente de Operações de Pós-graduação na UNESA. Foi membro grupos de trabalho em projetos de pesquisa financiados pelo governo federal. Possui artigos publicados em âmbito nacional e internacional. Autor de diversos livros.

Possui vivência de 21 anos em ambiente industrial (Companhia Siderúrgica Nacional, CSN - 1993-2014), onde atuou por dez anos em diversas funções operacionais/liderança voltadas à administração da produção, gestão de estoques, transporte e logística, qualidade e meio ambiente; e onze anos em funções técnicas no setor de Segurança e Saúde do Trabalho (SST), onde exercia atividades como: i) apoio aos setores de produção, manutenção, medicina do trabalho e meio ambiente, em assuntos pertinentes à SST; ii) assessoria técnica à diretoria e aos setores jurídico, relações trabalhistas, recursos humanos e folha de pagamento, em assuntos pertinentes à legislação de SST; iii) elaboração de laudos de insalubridade e periculosidade, laudos técnicos (LTCAT) e Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP); iv) elaboração de ofícios para o INSS, ministério público, fiscais de órgãos públicos, peritos judiciais, sindicatos e advogados; v) assistente técnico em perícias judiciais; vi) acompanhamento de fiscalizações de Auditores Fiscais do Trabalho e da Receita Federal, peritos médicos do INSS e pesquisadores da Fundacentro; vii) elaboração de normas corporativas; viii) instrução e desenvolvimento de cursos corporativos, com mais de 20.000 treinados em todos os níveis funcionais; ix) capacitação técnica para membros dos SESMT e da CIPA; x) ex-membro de grupos de trabalho do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), composto por médicos, enfermeiros e engenheiros de segurança do trabalho, onde tratavam de assuntos relacionados à segurança e saúde do trabalho na siderurgia. Possui diversos cursos de extensão nas áreas de SST.

Contato: [email protected]

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