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ACEITO
A INDÚSTRIA CULTURAL & A CRIAÇÃO DO MITO DO PRÍNCIPE ENCANTADO
Categorias
Ocidental, Antropologia, Ciências Humanas E Sociais, Família E Relacionamentos, Filosofia
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Sinopse

As sociedades do capital, a partir do desenvolvimento da Indústria Cultural, criaram dois tipos padronizados e/ou ideais de homens e mulheres, na maioria das vezes paradoxais em si mesmos, tais como, por exemplo:

1- Homens que, ao mesmo tempo, são ricos, inteligentes, musculosos, elegantes, fiéis às suas amadas, carinhosos e ditos pais de família, ou seja, as representações fictícias de ditos príncipes encantados;

2- Mulheres que, ao mesmo tempo, são ditas do tipo de família, comportadas, fiéis, donas de casa, mães exemplares e, na mesma via, também escravas sexuais, gostosas, sex, sedutoras, etc.

Como se vê, esses dois ideais ditos perfeitos de homens e mulheres são paradoxais e, portanto, com raríssimas exceções, não existem no mundo real. No mundo concreto, fora da ficção, os homens ditos ricos (estereótipos de príncipes encantados); belos, musculosos, elegantes, etc., com raras exceções, não estão em busca de uma só mulher para relacionamento, mas de várias, usando-as como objetos ou produtos descartáveis; e, nesse sentido, não estão também procurando serem pais de família, etc. Isto é, os homens, nessas condições, quase sempre, não pensam em se relacionar com uma só mulher: eles, na maioria das vezes, são apenas por muitas mulheres “amados” e/ou idealizados como solução ideal para as suas vidas.

Do outro lado, do feminino, dá-se o mesmo:

“Muitas mulheres que procuram, a todo custo – fazendo plásticas, aulas intensas de academia, colocando próteses de silicone, etc. –, investir maciçamente na busca da beleza, tentando-se, assim, entrarem no dito padrão de beleza, não o fazem para poderem se relacionar com um só parceiro, mas para serem amadas e/ou desejadas por vários (a).”

Além de utilizarmos os estudos de Theodor Adorno sobre a Indústria Cultural, abordaremos essas problemáticas também por meio da compreensão do modo como homens e mulheres têm sido historicamente endoculturados partindo de uma perspectiva e análise filosoficamente críticas, dentro dos planos sociológico e antropológico, ou seja, envolvendo-se os processos fragmentados e/ou fragmentários ideológicos de socialização (Donald Levine) sistematizados nas sociedades ocidentais capitalistas pós-modernas.

O autor

Características
ISBN 9781497326002
Número de páginas 132
Edição 1 (2014)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
CLEBERSON EDUARDO DA COSTA

Cleberson Eduardo da Costa (mais de 100 livros publicados, muitos deles traduzidos para outros idiomas), natural do Rio de Janeiro, é Graduado pela (UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro/1995-1998), Pós-graduado em educação (UCAM – Universidade Candido Mendes), Pós-graduando em Filosofia e Direitos Humanos (UCAM – Universidade Candido Mendes), Mestre e Doutor (livre) em Filosofia do conhecimento (epistemologia) e Pedagofilosofia Clínica (FUNCEC - pesquisa, ensino e extensão), Pesquisador, Professor universitário, Especialista em metodologia do ensino superior, Licenciado em Fundamentos, Sociologia, Psicologia e Filosofia da educação, Didática, EJA (educação de Jovens e adultos) etc.

Além disso, foi aluno Especial do Mestrado em Educação (1999-2001/PROPED/UERJ), matriculado, após aprovação em concurso, nas disciplinas [seminários de pesquisa] “ESTATUTO FILOSÓFICO” (ministrado e coordenado pela professora Drª Lilian do Valle); e “POLÍTICAS EDUCACIONAIS NO BRASIL E NA AMÉRICA LATINA” (ministrado e coordenado pelo professor Dr. Pablo Gentili).

Estudou também no curso de MBA em Gestão Empresarial pela FUNCEFET/RJ/Região dos Lagos (2003-2005); no curso de Pós-Graduação em Administração e Planejamento da Educação pela UERJ (1999-2000); e realizou vários cursos livres e/ou de aperfeiçoamento nas áreas da filosofia e da psicanálise por instituições diversas, entre elas a FGV (Fundação Getúlio Vargas) e a SBPI (sociedade brasileira de psicanálise integrada).

De 1998 a 2008, atuou como professor de ensino superior (Instituto Superior de Educação da UCAM/universidade Cândido Mendes) nos campus universitários de Niterói, Nova Friburgo, Araruama, Rio de Janeiro, Teresópolis, Rio das Ostras, etc.

Participou (em sua trajetória profissional e/ou intelectual acadêmica) de diversas pesquisas, como, por exemplo, o projeto UERJ-DEGASE, relativo à (EJA) e também em pesquisas centradas em problemáticas políticas, filosóficas e pedagógicas com professores renomados, como Pablo Gentili (UERJ/CLACSO), Cleonice Puggian (UNIGRANRIO), Carla Imenes (UEPG), Cristiane silva Albuquerque (UERJ), Marco Antonio Marinho dos Santos (OCA/RJ) entre muitos outros.

Atualmente dedica-se à docência universitária; a pesquisas em educação; a consultorias relativas à educação, no sentido do aprimoramento, da superação e do desenvolvimento humano; à realização de palestras acadêmicas e multiorganizacionais e à produção de obras nos mais diversos campos do saber.

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