Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com tal monitoramento. Informamos ainda que atualizamos nossa Política de Privacidade.
ACEITO
ABRAÃO - O PATRIARCA DA FÉ
Categorias
Bíblias, Bíblia, Religião, Teologia, Doutrinas Bíblicas
Compartilhe este livro
Esta página foi vista 263 vezes desde 15/05/2020
Versão
impressa
de R$ 34,04 por
R$ 27,97
Valor total:
R$ 27,97
Versão
ebook
R$ 15,07
Disponível em:
epub
Valor total:
R$ 27,97
Este ebook também pode estar à venda na:
Sinopse

ABRAÃO

O Patriarca da Fé

A terra é abalada pela fome!

– Abraão desce ao Egito: Efeitos! –

“Haverá alguma coisa difícil para o Senhor”.

(Gênesis 18.14)

PARTE – 1

UR dos Caldeus

Veremos agora a exposição de uma de várias revelações baseadas na biografia de Abraão, conforme o relato de Gênesis. As experiências espirituais de Abraão, a sua íntima comunhão com Deus, e a sua sempre crescente fé, fez dele o pai de todos os que creem, de todos os que andam nas pisadas daquela mesma fé. (Romanos 4.10-11)

A história de Abraão, um dos maiores personagens da Bíblia, é rica em maravilhosos exemplos. O ato de conhecê-la é edificante.

Família: Abraão, nona geração depois de – Sem, nasceu por volta do ano 2000 a.C. Abraão foi filho de Terá e irmão de Naor e Ara. Abraão casou-se com – Sarai, e casou-se com Milca (Gênesis 11.27-29). Morava com Abraão seu sobrinho Ló, filho de Ara que havia falecido. (Gênesis 11.27-28)

Nascimento: A família de Abraão era de UR dos caldeus, na Mesopotâmia, próximo ao rio Eufrates. UR o centro cultural e ainda o berço duma religião pagã que cultuava a Lua.

Religião Tribal: A família de Abraão era idólatra (Josué 24. 2). A Bíblia não revela o grau de conhecimento de Deus que Abraão possuía antes de sua chamada. Mais de 350 anos haviam-se passado desde o Dilúvio, quando Noé, o homem que andava com Deus (Gênesis 6.9), era o pregoeiro da justiça (2 Pedro 2.5). Noé viveu depois do Dilúvio 350 anos (Gênesis 9.28). Embora a Bíblia se silencie sobre isto, é possível que Noé tenha continuado a falar do grande Deus, de cuja justiça ele havia experimentado de modo singular. É possível que o conhecimento de Deus fosse mantido entre as famílias por meio de tradições transmitidas de pais para os filhos.

Desse modo, pode ser que Abraão tenha tido conhecimento de Deus e de sua vontade, apesar de viver em uma sociedade idólatra.

Primeira Chamada: Quando Abraão ainda morava em UR, o Deus da glória se revelou e lhe deu uma chamada que compreendia três diferentes ordens: “sai da tua terra”, “sai da tua parentela”, e “vai para a terra que eu te mostrar”. (Atos 7.2-3)

Saída de UR: O relato bíblico sugere que Abraão falou com sua família sobre a ordem que havia recebido de Deus, e esta mostrou- se disposta a ir à mesma terra que Deus prometera mostrar a Abraão. Assim, diz a Bíblia: “Tomou Terá a Abrão seu filho, e a Ló, filho de Ara, filho de seu filho, e Sarai sua nora, mulher de seu filho Abrão, e saiu com eles de UR dos caldeus, para ir à terra de Canaã; e vieram até Harã e habitaram ali”. (Gênesis 11.31)

Parece faltar Abraão oportunidade de emitir opinião

Meia Obediência

Quando Abraão saiu de UR, seu pai era o patriarca da família. O resultado desta incompleta obediência à ordem de Deus foi negativo. Nenhuma das três ordens de Deus havia sido atendida: Abraão não deixou a sua terra, pois parou em Harã, outra cidade do mesmo país; Abraão não saiu de sua parentela, pois seu pai era o líder da peregrinação; a promessa de que Deus lhe mostraria uma terra não foi aproveitada, uma vez que a direção estava com Terá.

Segunda Chamada: Diz a Bíblia: "Ora, o Senhor disse a Abraão: Sai-te da tua terra, e da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei” (Gênesis 12.1). Desta vez partiu Abraão, como o Senhor lhe tinha dito (Gênesis 12.4). Saiu sem saber para onde ia (Hebreus 11.8), mas estava na direção do Senhor.

Chegada a Canaã: Diz o texto sagrado: “E vieram à terra de Canaã" (Gênesis 12.5). Chegaram até Siquém, até o Carvalho de More (Gn 12.6). Aí Deus manifestou-se a Abraão dizendo: “À tua semente darei esta terra" (Gênesis 12.7). E Abraão edificou ali um altar ao Senhor que lhe aparecera (Gn 12.7). Peregrinou até a região de Betel, e também ali edificou um altar ao Senhor, e invocou o nome do Senhor (Gênesis 12.8). Continuou sua peregrinação seguindo para a banda do Sul. (Gênesis 12.9)

Início da Fé: Abraão, o herói da fé. Quando Abraão mostrou a sua disposição de obedecer à chamada Deus introduziu em seu coração a fé. A fé é um dom de Deus (Efésios 2.8). Ela é uma virtude espiritual. A fé sem obras é morta, isto é, é sem ação, (Tiago 2.26). Quando Abraão colocou a sua fé em ação, e estava pronto para deixar a sua terra, a sua fé se tomou viva. Afirma a Escritura: "Pela fé Abraão sendo chamado obedeceu” (Hebreus 11.8). Abraão podia sentir a sua fé nele operando, pois: “Creu Abraão em Deus e isto lhe foi imputado por justiça”. (Romanos 4.3)

A Fé em Abraão: Vejamos algumas evidências dessa fé:

– Abraão sentia necessidade de expressar a sua gratidão a Deus, invocando o seu nome.

– Abraão procurava a comunhão com Deus, o qual se manifestava a ele.

– Abraão estava na direção de Deus em sua peregrinação pela terra de Canaã, pois: “Todos os que são guiados pelo Espírito de Deus esses são filhos de Deus”. (Romanos 8.14)

– Abraão recebeu de Deus a revelação de que estava preparada para ele uma cidade. (Hebreus 11.13-16)

Peregrina em Canaã

Vivendo pela fé.

No território de Canaã Abraão entrou em contato com os habitantes da terra. A terra era a da promessa, mas estava habitada por diferentes povos pagãos, e Abraão permaneceu entre eles como um estrangeiro. Ele habitava na terra da promessa como em terra alheia, morando em cabanas, pois esperava a cidade que tem fundamentos, da qual o artífice e construtor é Deus. (Hebreus 11.9-10)

Como crentes, somos também peregrinos e forasteiros nesta terra (1 Pedro 2.11). Não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a futura. (Hebreus 13.14)

Bases da Vida de Abraão: Três coisas marcaram de modo especial a vida de Abraão. Vejamos:

a) A tenda (Gênesis 12.8). Abraão nunca se prendeu a um lugar da terra de suas peregrinações. Estava sempre em trânsito. Deixando um lugar, ficavam apenas as marcas de seu acampamento. Nós também não somos deste mundo. Estamos no mundo, mas não somos do mundo (João 17.16,18). Devemos sempre estar prontos para partir!

b) O altar (Gênesis 12.7-8). Era um marco sempre presente na vida de Abraão, em todos os caminhos de suas peregrinações (Gênesis 13.4,18; 22.9). Era o local onde Abraão adorava a Deus. Era o lugar onde ofertava sacrifícios a Deus. Ele edificava seus altares em locais visíveis, diante dos povos pagãos que moravam ao seu redor. Que testemunho! Os crentes que de contínuo vivem diante do altar, dão testemunho de terem estado com Jesus”. (Atos 4.13).

c) Promessas. Ao longo de sua jornada as promessas de Deus iluminavam o seu caminho e fortificavam a sua fé. A mesma bênção acompanha a todos que estão a caminho da Sião celestial. É o que diz o apóstolo Paulo aos crentes em Corinto: “Porque todas e quantas promessas há de Deus, são nele sim, e por ele o Amém. Para glória de Deus por nós”. (2 Coríntios 1.20)

Descida ao Egito: “Lembra-te, pois donde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras” (Apocalipse 2.5). É perigoso desviar-se do caminho ordenado por Deus. “Ora, havia fome naquela terra; Abrão, pois, desceu ao Egito, para peregrinar ali, porquanto era grande a fome na terra. Quando ele estava prestes a entrar no Egito, disse a Sarai, sua mulher: Ora, bem sei que és mulher formosa à vista; e acontecerá que, quando os egípcios te virem, dirão: Esta é mulher dele. E me matarão a mim, mas a ti te guardarão em vida. Dize, peço-te, que és minha irmã, para que me vá bem por tua causa, e que viva a minha alma em atenção a ti. E aconteceu que, entrando Abrão no Egito, viram os egípcios que a mulher era mui formosa. Até os príncipes de Faraó a viram e gabaram-na diante dele; e foi levada a mulher para a casa de Faraó. E ele tratou bem a Abrão por causa dela; e este veio a ter ovelhas, bois e jumentos, servos e servas, jumentas e camelos. Feriu, porém, o Senhor a Faraó e a sua casa com grandes pragas, por causa de – Sarai, mulher de Abrão. Então chamou Faraó a Abrão, e disse: Que é isto que me fizeste? Por que não me disseste que ela era tua mulher? Por que disseste: E minha irmã? De maneira que a tomei para ser minha mulher. Agora, pois, eis aqui tua mulher; toma-a e vai-te. E Faraó deu ordens aos seus guardas a respeito dele, os quais o despediram a ele, e a sua mulher, e a tudo o que tinha”. (Gênesis 12.10-20)

A caminhada de Abraão: Uma manifestação do Deus da glória, e como ele, pela fé, iniciou sua caminhada. Na parte anterior assuntamos o deslocamento para a terra de Canaã, seguindo o texto Abraão recebeu a chamada através da direção de Deus. Em havendo chegado a Canaã edificou um altar a Deus que lhe aparecera, e invocou o nome do Senhor.

Ló o caminho da fé: Não está livre de provações – Abraão, na direção de Deus já havia percorrido uma grande parte da terra para a qual Deus o chamara. Até então não havia surgido qualquer problema, contudo as provações estavam para vir.

A fome, uma grande prova: Uma das maiores provas a que alguém pode ser submetida é a da falta de alimentos, a falta da subsistência. Todavia, para aquele que confia no Senhor, está se toma uma oportunidade de o crente glorificar a Deus. Veja (Hebreus 3.17-19). Diz a Bíblia: “E havia fome naquela terra” (Gênesis 12.10).

Abraão, iniciante no caminho da fé não tinha ainda enfrentado obstáculos e dificuldades na sua caminhada. Não tinha ainda experiência quanto à maneira de proceder quando as coisas começassem a aparecer contrárias.

E a provação veio para o servo de Deus. Abraão possuía um grande rebanho que dependia de bons pastos, e a situação era realmente preocupante. Mas que contradição! Veio a seca e a consequente fome na terra da promessa!

Deus sempre permanece fiel

Desde que iniciara sua caminhada de acordo com a chamada de Deus, Abraão contemplou de tudo que o Senhor havia revelado em sua palavra. Deus havia dito: “E eu te mostrarei” (Gênesis 12.1) e, assim foi. O percurso de Abraão até aquele momento havia sido o trilho da direção divina. A seca que castigou aquela terra colocou a fé de Abraão em prova. Deus havia dito: “E abençoar-te-ei” (Gênesis 12.2). Onde estava agora a bênção prometida?

É importante lembrar de que Deus nunca prometeu que a nossa vida de fé seria livre de provações. Mas prometeu que seria nosso “refúgio e fortaleza e socorro bem presente na angústia” (Salmos 46.1). E ainda: “Invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás”. (Salmos 50.15)

Abraão no Egito: Abraão havia passado por Betei onde edificou um altar a Deus e invocou seu nome (Gênesis 12.8). A situação de fome que passou a castigar a terra de Canaã colocou Abraão numa verdadeira encruzilhada: continuar a peregrinar na terra para a qual Deus o havia trazido, mas, na qual havia fome, ou fugir para o Egito em busca de uma solução. Não há na Bíblia evidência de que Deus tivesse orientado Abraão a peregrinar no Egito. Contudo está escrito: “E desceu Abraão ao Egito para peregrinar ali”. (Gênesis 12.10)

Pelo menos duas vezes lemos na Bíblia acerca de pessoas que foram orientadas por Deus para irem ao Egito. Jacó, já velho, foi convidado por seu filho José para ir ao Egito. Deus apareceu a Jacó em visões de noite e disse: “Não temas descer ao Egito, porque eu te farei ali uma grande nação. E descerei contigo ao Egito” (Gênesis 46.1-5). No Novo Testamento encontramos a orientação dada por Deus a José de fugir para o Egito com Maria e o menino Jesus, a fim de escaparem da perseguição de Herodes. (Mateus 2.13)

No caso de Abraão, a decisão de descer ao Egito foi resultado de considerações humanas. Quem sabe a ideia partiu de Ló que era extremamente materialista.

O Preço pela precipitação: Para aquele que deseja andar no caminho da fé, lançar mão de soluções precipitadas para problemas e sofrimentos é sempre perigoso. Abraão pagou caro ter se precipitado, indo para o Egito sem a direção de Deus.

Esperar em Deus é sempre a melhor solução. Deus tem em todas as circunstâncias a solução do mais alto nível. Devemos, portanto, cuidar a fim de que não nos precipitemos criando saídas humanas para dificuldades que venhamos a enfrentar.

Influenciado pelo Egito: Abraão, fora da direção de Deus, se enfraqueceu na fé. Quando a fé não estiver operando, o medo facilmente se apoderará do nosso coração. E isso aconteceu com Abraão: foi dominado pelo medo.

Solução Humana: Abraão, que entrara no Egito sem a direção do Senhor procurou resolver ele próprio o seu problema, sem esperar a ajuda e cobertura de Deus.

Temendo a perversidade dos homens do Egito, disse a Sara sua mulher “0ra, bem sei que és mulher formosa à vista; e será que quando os egípcios te virem, dirão: Esta é a sua mulher. E matar-me-ão a mim, e a ti guardarão em vida. Dize, peco-te, que é minha irmã, para que me vá bem por tua causa, e que viva a minha alma por amor de ti”. (Gênesis 11-13) Era uma meia verdade, uma vez que Sara era filha de Terá, mas não filha da mãe de Abraão (Gênesis 20.12). Todavia, mais que uma meia verdade, era uma grande mentira, pois Sara era antes de tudo a sua esposa.

A mentira é sempre grave ainda que seja uma “mentirinha” para livrar-se de um “probleminha”. Assim diz a Escritura: “E não entrará nela coisa alguma que contamine e cometa abominação e mentira”, (Apocalipse 21.27). Mas o sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo o pecado. (1 João 1.7)

Consequência da Mentira: O mentiroso sempre colhe os frutos da sua má semeadura. Vejamos o que registra a Escritura: “Entrando Abrão no Egito, viram os egípcios a mulher que era mui formosa. E viram-na os príncipes de Faraó, e gabaram-na diante de Faraó; e foi a mulher tomada para casa de Faraó”. (Gênesis 12.14-15)

Como consequência da mentira de Abraão, Sara sua querida e fiel esposa, foi levada para a casa de Faraó para ser uma concubina. Que sofrimento para ambos! Se Abraão tivesse dito desde o início que Sara era a sua mulher, isto não teria acontecido, e Deus teria guardado Sara ao lado de Abraão. É importante observar que a Bíblia não omite as fraquezas dos grandes homens de Deus. Registre-as para advertência nossa. E mostra-nos que é a intima comunhão com Deus que faz com que o caráter santificado se desenvolva.

A Compaixão de Deus: Deus em seu grande amor e compaixão não abandonou Abraão, mesmo tendo este enveredado pelo caminho da mentira.

Tendo Faraó tomado Sara para si. Deus o puniu: “Feriu, porém, o Senhor a Faraó com grandes pragas, e a sua casa, por causa de Sarai, mulher de Abrão”. (Gênesis 12.17)

“Então chamou Faraó a Abrão e disse: Que é isto que me fizeste? Por que não me disseste que ela era tua mulher?... Agora, pois, eis aqui tua mulher, toma-a e vai-te”. (Gênesis 12.18-19)

Prejuízos do Pecado: Que grande humilhação que ambos sofreram quando Sara foi levada para ser concubina de Faraó! Se Deus não tivesse interferido, Abraão teria perdido a sua esposa definitivamente. Mas outros prejuízos se verificaram.

Comunhão Perdida: Abraão e Sara, pelo pecado, perderam a comunhão com Deus. Enquanto Abraão estava fora da direção de Deus. Deus não se revelou a ele e Abraão não erigiu nenhum altar a Deus. A consciência de Abraão estava ferida, acusando-o. O mistério da fé é guardado em uma pura consciência. (1 Timóteo 3.9)

Moral Perdida: É muito triste quando o homem de Deus cai em pecado, pois tal fato o leva à perda da capacidade de exercer a autocrítica. Abraão perdeu o conceito de homem de Deus, pois foi repreendido por um rei pagão em assunto moral.

A cauterização da consciência: Abraão teve a consciência cauterizada e deixou-se subornar, pois recebeu presentes de Faraó. Diz a Escritura: “E fez bem a Abraão por amor dela; e ele teve ovelhas, e vacas e jumentos, e servos e servas, e jumentas e camelos”. (Gênesis 12.16).

Pode ser que entre as servas que foram dadas a Abraão estivesse Agar a qual tantos problemas trouxeram para a família de Abraão anos mais tarde. Não existe riqueza que possa comparar-se à riqueza de uma consciência em paz com Deus. Abraão deixou de experimentar o grande livramento que Deus certamente lhe teria dado em meio à seca que castigava Canaã, caso não tivesse descido ao Egito.

É sempre perigoso para o crente sair da direção do Senhor. Deus sustentou a Elias em tempo de grande seca em Israel (1 Reis 17.2-7).

Diz a Bíblia que em resposta às orações de Elias, Deus fez chover sobre a terra depois de três anos e meio de estiagem (1 Reis 18.42-45). O mesmo poderia ter acontecido nos dias de Abraão, caso ele tivesse orado e confiado em Deus.

Retorno à Direção de Deus: O Deus que havia chamado a Abraão é o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação (2 Coríntios 1.3). Pela misericordiosa intervenção de Deus, Sara e Abraão pôde sair juntos do Egito. Se Deus não tivesse estendido a Sua amorosa mão, Abraão teria voltado sozinho e Sara seria uma concubina de Faraó. Neste caso Abraão jamais teria se perdoado.

Retorno a Canaã: Ele retomou ao ponto onde havia errado. É justamente o que a Bíblia recomenda: “Lembra-te, pois donde caíste, e arrepende-te” (Apocalipse 2.5).

Foi o que fez o rei Davi ao tomar consciência do mal que praticara. Arrependeu-se, confessou o pecado e pediu misericórdia a Deus, e a alcançou. (Salmos 51)

Altar Consertado com o Senhor: Abraão subiu do Egito para a banda do Sul, e chegou até o lugar do altar que dantes ali tinha feito. E Abraão invocou ali o nome do Senhor (Gênesis 13.4). Aquele lugar se chamava Betei, que quer dizer casa de Deus. É lugar de encontro com Deus, e de acerto com Deus. Ver (Gênesis 35.1-4)

É coisa de grande valor quando um crente chega ao lugar onde pode se consertar com Deus, pedindo perdão por tudo que não tem agradado ao Senhor. A íntima comunhão entre Abraão e Deus havia sido restaurada. Abraão havia voltado ao trilho da direção de Deus.

Consideremos, pois, os nossos caminhos, e, se for o caso volte à direção de Deus. Amém!

Características
Número de páginas 76
Edição 8 (2014)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
Pastor Geovaldo Barroso

Geovaldo Barroso, bacharel em segurança pública, pastor evangélico, casado com a pastora Moza Barroso, vice-presidente da CC Cristã Terra Nova, Bacharel em Teologia, Faculdade Teológica Alfa e Ômega (FATAL-BA), líder da Escola Bíblica Teológica a Distância (EBTAD). Eusébio-CE-Brasil.

Mais publicações desse autor
Ver a lista completa
Impresso
de R$ 35,77
R$ 29,70
Ebook
R$ 15,07
Impresso
de R$ 37,91
R$ 31,85
Ebook
R$ 15,07
Impresso
de R$ 33,46
R$ 27,39
Ebook
R$ 15,07
Impresso
de R$ 34,78
R$ 28,71
Ebook
R$ 15,07
Impresso
de R$ 34,37
R$ 28,30
Ebook
R$ 15,07
Impresso
de R$ 37,42
R$ 31,35
Ebook
R$ 15,07
Impresso
de R$ 35,44
R$ 29,37
Ebook
R$ 15,07
Impresso
de R$ 36,59
R$ 30,53
Ebook
R$ 15,07
Impresso
de R$ 32,96
R$ 26,90
Ebook
R$ 15,07
Impresso
de R$ 35,69
R$ 29,62
Ebook
R$ 15,07
Impresso
de R$ 34,12
R$ 28,05
Ebook
R$ 15,07
Impresso
de R$ 36,51
R$ 30,45
Ebook
R$ 15,07
Publicações relacionadas
Ver a lista completa
Impresso
de R$ 55,56
R$ 49,50
Ebook
R$ 44,13
Impresso
de R$ 31,15
R$ 25,09
Ebook
R$ 11,84
Impresso
de R$ 29,86
R$ 23,80
Ebook
R$ 11,84
Impresso
de R$ 29,32
R$ 23,26
Ebook
R$ 12,92
Impresso
de R$ 27,22
R$ 21,16
Impresso
de R$ 43,94
R$ 37,87
Ebook
R$ 17,22
Impresso
de R$ 35,60
R$ 29,54
Impresso
de R$ 135,32
R$ 129,25
Comentários
0 comentários