Por que a pobreza dominou 99% da história humana? Por que estruturas "antiliberais" — subordinação do indivíduo ao coletivo, hierarquias fixas, economias morais, autoridade tradicional — foram universais em todas as civilizações? E por que o liberalismo, apesar de seu sucesso material espetacular, permanece psicologicamente desconfortável e institucionalmente frágil? Este ensaio filosófico-econômico explora seis dimensões fundamentais dessa questão: Reconstrói a armadilha malthusiana como condição primordial da existência humana, demonstrando porque pobreza não era anomalia a ser explicada, mas estado normal operando com mecânica férrea através de milênios. Analisa o mundo antiliberal — tribos, impérios, hierarquias sagradas — não como "estágios primitivos”, mas como configurações sociais coerentes e funcionais que representaram 99,9% da experiência humana. Examina o liberalismo como ruptura ontológica revolucionária — a emergência de direitos individuais, mercados espontâneos, e ordem política baseada em consentimento em vez de tradição. Confronta o argumento da anomalia: o liberalismo como contingência histórica precária, não culminação necessária do progresso humano, dependente de condições culturais específicas e dificilmente replicável. Explora a tensão irresolvida entre universalidade liberal e particularismo conservador, mostrando por que esta antinomia pode ser permanente, não temporária.
| Número de páginas | 175 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Couche 90g |
| Idioma | Português |
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