O Primado do Real no Horizonte da Continuidade de Sentido é uma meditação filosófica sobre essa verdade irrevogável: as estruturas fundamentais da realidade — causalidade, não-contradição, substancialidade, finalidade — possuem existência e validade independentes da vontade humana. O ensaio percorre, em seis capítulos e uma síntese, o arco que vai do reconhecimento de que o real não pode ser abolido até a demonstração de que a própria técnica, que deveria provar a soberania do sujeito, termina por confirmar a soberania do ser.
Numa época que confundiu liberdade com onipotência, técnica com criação e vontade com fundamento, este ensaio propõe um ato simples e radical: abrir os olhos. Ver o que é, antes de projetar o que se deseja. Reconhecer que a natureza vence — não como adversária, mas como mãe silenciosa que recolhe, com paciência infinita, os escombros das civilizações que julgaram poder prescindir dela.
A Continuidade de Sentido — o fio invisível que tece passado, presente e futuro numa narrativa coerente — não é programa ideológico nem nostalgia: é fidelidade ao real. E a fidelidade, como ensina a tradição filosófica de Aristóteles a Tomás de Aquino, de Burke a Voegelin, de Scruton a Olavo de Carvalho, não é repetição mecânica do passado: é a disposição de habitar o mundo com inteligência, gratidão e prudência — sabendo que o sentido se colhe, não se inventa.
| Número de páginas | 121 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Couche 90g |
| Idioma | Português |
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