Hospitalidade não é sorriso de recepção nem protocolo copiado de rede internacional. É mais antiga que qualquer manual de qualidade e mais exigente que qualquer índice de satisfação.
Neste livro, o consultor hoteleiro Mario Cezar Pontes Nogales parte da raiz da palavra hóspede — a mesma que originou hostil — para mostrar que hospitalidade sempre foi decisão diante do estranho, nunca conforto garantido. Da lei da hospitalidade beduína a Kant e Derrida, dos Vedas à física quântica, da miscigenação brasileira a Aristóteles, o autor constrói um argumento incômodo: hospitalidade não se terceiriza, não se automatiza e não se finge. É dever interno — tratar o outro como se fosse você mesmo, considerando necessidades que não são as suas.
O livro também enfrenta o futuro do setor: o que a inteligência artificial de fato liberta no ser humano, e o que continuará insubstituível em qualquer meio de hospedagem.
Para o hoteleiro que já perdeu a paciência com fórmulas prontas e quer entender, de verdade, o princípio por trás do ofício que escolheu.
| Número de páginas | 129 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Tipo de papel | Couche 90g |
| Idioma | Português |
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